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Tratado de Schengen: por que o seguro viagem mínimo é de € 30 000?

17/11/2025

Seguro Viagem

Tratado de Schengen: por que o seguro viagem mínimo é de € 30 000?
O Tratado de Schengen exige cobertura médica mínima de €30 000 — entenda o motivo e o que isso garante na prática. BRUNO HENRIQUE

O que realmente exige o Tratado de Schengen


Quem viaja à Europa já ouviu falar da regra: seguro viagem com cobertura mínima de €30 000 para despesas médicas. Mas por que esse valor?
O objetivo é garantir que o viajante consiga arcar com atendimentos médicos urgentes, hospitalização e repatriação, sem depender inteiramente do sistema público de saúde europeu.
A norma exige um plano que cubra:
  • Pelo menos €30 000 em despesas médicas e hospitalares. 
  • Validade em todos os países do Espaço Schengen. 
  • Cobertura de repatriação por motivos médicos ou falecimento. 
O que esse valor representa na prática
Muitos pensam: “Se uma consulta custa €100, pra que €30 000?”
Porque o valor não é pensado só para consultas simples — há custos mais altos envolvidos. Exemplos na Espanha:
  • Visita ao médico geral: €50 a €100. 
  • Atendimento de emergência: €150 a €300. 
Ou seja: embora esses valores pareçam baixos, um atendimento mais sério já exige cobertura muito maior.

Porque €30 000 é o mínimo, não o ideal
O piso de €30 000 serve para proteger contra eventos que podem gerar custos muito maiores. Internações, cirurgias, repatriação — são casos em que os valores sobem para milhares ou dezenas de milhares de euros.
Além disso, a própria exigência cita hospitalização e repatriação como coberturas necessárias. 
Logo, o valor de €30 000 deve ser visto como ponto de partida, e não como “tudo que o viajante precisa”.

 
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